Na última terça-feira, dia 20 de julho, a temporada de 2020-21 da NBA chegou ao seu fim, após o Milwaukee Bucks conquistar o título sobre o Phoenix Suns em seis jogos (4-2). Depois de um ano completamente atípico, com a estruturação da “NBA Bubble” na Disney para finalização da temporada 2019-20, os times voltaram a jogar em suas casas e viajar para ginásios de seus adversários. Mais do que isso, fãs puderam voltar a assistir seus times ao vivo, com a volta da presença de público durante a reta final da temporada, possibilitada pela aceleração da vacinação nos Estados Unidos.

Em um cenário de volta à normalidade, a liga viu seus patrocínios e parcerias expandirem e tomarem novos rumos. Baseado em um relatório da Sponsor United, esse artigo traz alguns dos principais pontos que ilustram o ecossistema atual de marketing na NBA.

A Liga

Olhando para os números de 2020-21, a NBA tem a indústria financeira como maior contribuinte na geração de receita. Em termos absolutos os acordos totalizam 121,38 milhões de dólares, com uma média de mais de 4 milhões por equipe. Em segundo lugar está a indústria de tecnologia, com uma participação de 81,6 milhões de dólares. Saúde, telecom, produtores de automóveis, gaming, e seguros completam o top-7 que representa mais da metade de toda a receita por patrocínio.

No quesito quantidade de acordos, a indústria de bebidas alcólicas é líder absoluta. Ao redor de toda a liga, essas empresas somam 242 contratos de patrocínio, com 105 desses vindos de marcas de cerveja. O setor financeiro (que é o principal gerador de receita) aparece em quarto lugar, com 129.

Dentre as categorias que mais cresceram year over year (YoY), estão, em ordem decrescente: a indústria de apostas, serviços sob demanda, bancária, serviços automobilísticos, e produtos de casa. O setor de apostas tem em média mais de dois acordos por franquia, e estão presentes em 42% de todas elas.

Atletas

Outro ponto relevante é a exposição individual dos atletas. O engajamento bruto da somatória de posts patrocinados feitos por todos os times da NBA (145M) é três vezes maior do que a somatória dos feitos por atletas (48M). No entanto, o engajamento médio de um post em redes sociais de um atleta é 5,25 vezes maior do que nas de um time. Isso chama atenção das marcas que, mais do que nunca querem se afiliar não só à liga, mas também aos jogadores. E nessa categoria, a estrela dos Los Angeles Lakers e quatro vezes campeão, Lebron James, lidera o ranking com 26 acordos de patrocínio. Atrás dele estão Trae Young, do Atlanta Hawks, e Damian Lillard, do Portland Trailblazers, com 22 e 21 acordos cada.

Conclusão

Em um mundo que mudou tanto antes, durante e depois da pandemia, uma coisa ainda é certa: a relação entre marcas, atletas e a NBA continua em alta, trazendo milhões de dólares em receitas com parcerias e acordos de patrocínio.

Faça o download do relatório completo abaixo.