Prestes a entrar em sua 76ª temporada, a National Basketball Association (NBA) registrou um ano recorde de receita com a temporada 2021-22, ultrapassando US$ 10 bilhões pela primeira vez. Após duas temporadas encurtadas, prejudicadas pela participação limitada de torcedores em meio a restrições relacionadas à pandemia, a NBA atingiu a expectativa de receita anunciada pelo comissário Adam Silver no início da temporada 2021-22.

Na temporada de 2018-19, a receita da NBA atingiu US$ 8,8 bilhões. Uma temporada depois, a liga gerou US$ 8,3 bilhões em receita. Já na temporada 2020-21, a liga teve uma queda de aproximadamente 33% na receita em comparação com o ano anterior, mesmo com a receita recorde de patrocínios de US$ 1,46 bilhão.

Assim como outras ligas esportivas profissionais, a NBA se beneficiou de acordos de direitos de mídia lucrativos, que representam cerca de US$ 2,6 bilhões da receita anual da liga. Além disso, as arrecadações relacionadas ao basquete chegaram a US$ 8,9 bilhões (R$ 48 bilhões), outro recorde de receita. Segundo Silver, os números foram surpreendentes por terem ultrapassado as projeções.

Na última terça-feira (12), o conselho da NBA votou para tornar o torneio play-in permanente. A inclusão do torneio foi previamente aprovada ano a ano, mas a sua crescente em popularidade e competitividade levou a NBA a mantê-lo. O formato tem sido utilizado para que os times classificados do 7º ao 10º lugar no Leste e Oeste disputem os 2 últimos lugares nos playoffs.

Além das mudanças nas regras de penalidades aprovadas pelo conselho, o comissário da NBA também está defendendo a redução da idade mínima de elegibilidade para o Draft da NBA de 19 para 18. A idade mínima da NBA impede que jogadores do ensino médio sejam selecionados.