Os impérios esportivos estão crescendo à medida que as avaliações das equipes aumentam e os proprietários buscam portfólios mais amplos. 

Os 20 maiores impérios tinham um valor total de US$ 124 bilhões, segundo a recente apuração da Forbes, 22% acima dos US$ 102 bilhões do ano de 2021. 

O aumento foi impulsionado pelo acordo de mídia da NFL de US$ 113 bilhões, bem como pelos acordos de sete anos da NHL com a Disney e Turner Sports, coletivamente no valor de cerca de US$ 600 milhões anuais. 

A Liberty Media liderou o grupo com seus US$ 17,2 bilhões, que inclui Atlanta Braves, Fórmula 1 e participações na Kroenke Arena Company, Drone Racing League, e Meyer Shank Racing.  

Em segundo lugar está a Kroenke Sports & Entertainment, avaliada em $10,5 bilhões de dólares. O portfólio da Kroenke inclui o Los Angeles Rams, Arsenal FC, e uma série de equipes do Colorado: os Denver Nuggets, Colorado Avalanche, Rapids, e Mammoth. 

O Fenway Sports Group ficou com a terceira colocação com US$ 9,8 bilhões após comprar o Pittsburgh Penguins por US$ 900 milhões. O grupo também é proprietário dos Boston Red Sox, Liverpool FC, Roush Fenway Keselowski Racing, e da empresa de transmissão NESN. 

 Enquanto muitos dos 25 maiores impérios possuem apenas um ou dois times em seus portfólios, há uma tendência crescente de união desses grupos, especialmente porque os investidores americanos estão de olho nos clubes de futebol tanto nos Estados Unidos quanto no exterior, para expandir seus investimentos. 

Esta semana, a Major League Soccer informou que entrou em negociações com os co-proprietários do Aston Villa, Wes Edens e Naseef Sawiris, para trazer um clube para Las Vegas. Wes Edens também é co-proprietário do Milwaukee Bucks. 

Em julho do ano passado a Família Wilf, proprietários dos Minnesota Vikings, comprou o Orlando City SC e o Orlando Pride.